HABITAT DO AMEAL

O Sítio do Habitat do Ameal, localiza-se numa zona de pinhal e numa vertente suave, sobranceira a uma área de regadios na parte sul, onde predominam algumas linhas de água e ribeiras. Dista cerca de 600 metros para ocidente da Orca dos Fiais da Telha e relativamente próximo das Orcas 1 e 2 do Ameal.
Trata-se de um amplo espaço de ocupação humana atribuído aos finais do período calcolítico. Foram exumados inúmeros objetos arqueológicos e identificados vários pisos de cabanas e estruturas de lareiras.
O espólio arqueológico recolhido compõe-se de fragmentos de olaria, elementos de adorno em pedra verde, pontas de seta em sílex, lâminas e lamelas em sílex, enxós, machados em anfibolito, além de moventes e dormentes de mó manual.

ORCA 1 DO AMEAL

LUGAR: Ameal
FREGUESIA: Oliveira do Conde
COORD.:UTM 29 TNE 897776
C.M.P.:211, Ervedal da Beira, 1993
ALTITUDE: 321 metros

Pequeno monumento megalítico, localizado numa zona planáltica, tendo a sul o Rio Mondego e a noroeste a Ribeira da Azenha. É constituído por uma câmara poligonal simples, sem corredor nem laje de cobertura. Este dólmen encontra-se semi-destruído.

ORCA 2 DO AMEAL

LUGAR: Ameal
FREGUESIA: Oliveira do Conde
COORD.:UTM 29 TNE 897775
C.M.P.:211, Ervedal da Beira, 1993
ALTITUDE: 316 metros

É um dólmen de pequenas dimensões, localizado numa área aplanada do Ameal, com fossa de violação acentuada. São ainda visíveis alguns esteios na câmara, já bastante deteriorados.

Foi encontrado neste local alguns detritos de talha em sílex e quartzo, que remete a construção deste monumento para o 1º quartel do IV milénio a.C..

ORCA DA PALHEIRA

LUGAR: Orca
FREGUESIA: Oliveira do Conde
COORD.:UTM 29 TNE 891778
C.M.P.:210, Ervedal da Beira, 1993
ALTITUDE: 299 metros

É um monumento megalítico, albergado numa palheira, estando neste momento em ruínas. Trata-se de um Dólmen de câmara poligonal, com cerca de 2,5 metros de diâmetro e corredor alongado, localizado num planalto.

ORQUINHA DA VÍBORA

Sepultura Pré-histórica com acentuados vestígios de violação da Câmara megalítica, sendo ainda visível, o montículo artificial (mamoa) e parte da laje da cúpula que cobria o monumento.