OLIVEIRINHA - CABANAS

Quem segue d'Oliveirinha
P'ra Cabanas, à Ribeira,
Encontra as velhas "Alminhas",
Já sem Painel da Fogueira!...

(Estrada, à entrada sul da Ponte)


Altura máxima - 140 cm
Largura máxima - 44 cm
Espessura máxima - 26 cm
Relevo Máximo - 4 cm

(Derrubadas com o largamento da estrada, não tendo sido possível agora localizá-las - foto de 1986)

OLIVEIRINHA

Como eco do passado
Que ao local ainda vem,
Este é das "Almas" chamado,
Mas "Alminhas" já não tem!...


(No sítio da Carvalheira)
(Hoje já desaparecidas do local)

OLIVEIRINHA

Ainda tem OLIVEIRINHA
As "Alminhas" seculares,
Onde o povo rezar vinha
Como se fossem Altares!...

(Rua dos Carvalhais - Estrada para a Feira)


Altura máxima - 155 cm
Largura máxima - 48 cm
Espessura máxima - 25 cm
Relevo máximo - 6,5 cm

OLIVEIRINHA

Caminhos abandonados,
D'"Alminhas" no seu lugar,
Sinais dos tempos passados,
Que obrigavam a rezar!...


(Colocadas na parede coberta de hera de um dos edíficios da denominada Casa d'Além, pertencente a D. Maria Alcina Aranda)

Altura máxima - 140 cm
Largura máxima - 67 cm
Espessura máxima - X
Relevo máximo - 9 cm

(Tranferidas, há vários anos já, da propriedade loteada, sita aos Prados, da mesma D. Alcina)

OLIVEIRINHA

Não troces de quem, com fé,
Pára às "Almas", p'ra rezar,
Pois a vida mais não é
Que a nuvem que vai passar!...